Nua

Capa de Nua: silhueta de mulher contra a luz diante de uma porta-janela, luz âmbar
Edição brasileira
nua
Anna Salvaje

A maior coragem não é se despir.
É se deixar ver.

A quem deseja.
A quem ama sem permissão.
Porque a felicidade se perdoa menos que a dor.

O livro

Anna escolhe homens como quem escolhe roupa: pra ocasião, nunca pra ficar.

Três filhos, dois casamentos no passado e um site de encontros. Nome falso, telefone só pra isso, nenhuma regra além das dela. Dois anos de controle absoluto, em que nenhum homem deixou marca.

Até que um garoto de vinte e cinco anos lhe mandou uma piada ingênua. Ela respondeu pra humilhá-lo. Ele pediu desculpas em italiano correto. E o que era pra ser um capricho virou a coisa mais verdadeira que já tinha acontecido com ela.

Ele tem a idade do filho dela. Eles não têm futuro, e ela sabe disso desde o primeiro dia. Mas, pela primeira vez na vida, Anna para de se proteger.

Nua é o diário desses dois anos: explícito sem pudor, doce sem concessões, feroz quando precisa. Uma mulher que deseja em voz alta e não pede desculpas a ninguém. O sexo como uma linguagem mais honesta do que as palavras. E uma verdade que arde: amar alguém de verdade é aceitar não saber como vai terminar.

Um romance sobre o desejo feminino, a diferença de idade e o medo de ser vista por inteiro. Sobre a diferença entre prazer e amor, e sobre o instante exato em que um vira o outro sem você perceber.

Um livro para quem um dia achou que o próprio desejo fosse um erro. Um livro que diz:

Pode.

«Me pergunto por que nos ensinaram a temer as bruxas e não quem as queimava vivas.»

Anna Salvaje
Uma mão de unhas vermelhas na borda de uma taça, luz de vela
Trechos

«Eu procurava amantes, não amigos.»

Capítulo 1

«Me tremiam as mãos. Fazia tanto tempo que não me tremiam as mãos.»

Capítulo 5

«Senti alguma coisa ceder. Não entre as pernas, não. No peito, no esterno, naquele ponto que não tem nada a ver com sexo.»

Capítulo 9

«Homens que falavam por cima da minha voz, me chamavam de “doutora” com aquele tom que quer dizer “querida” e seguravam meu aperto de mão um segundo a mais.»

Capítulo 9

«Depois abro os olhos e ele está ali, tão perto que eu poderia contar os cílios.»

Capítulo 11

«Porque precisa de mais coragem pra se mostrar frágil do que forte.»

Capítulo 13

«Não foi um pensamento. Foi a mão de um garoto de vinte e cinco na nuca de uma mulher de quarenta e tantos. Um dado. Um fato.»

Capítulo 18
Uma mulher de costas diante de uma janela aberta sobre Milão ao entardecer

«Os homens do meu passado, os que amei de verdade, digo, sempre quiseram me mudar.»

Capítulo 20

«E tremia mais assim, desejando ele, do que em todas as vezes em que tinham desejado a mim.»

Capítulo 22

«Velha demais pra mesa do lado, bonita demais pra passar despercebida.»

Capítulo 22

«…aquela pele que quando toco me faz sentir em casa, no meu lugar certo.»

Capítulo 26

«Era só Milão de noite, aquele jeito que tem de parecer sempre recém-lavada e meio suja ao mesmo tempo.»

Capítulo 29

«Às vezes eu desdramatizava. Quando me diziam “Cuidado, ele te usa só pro sexo” eu respondia que cuidado e desconfiança eram pra ter com outros, dos que te usam pra lavar e passar camisa.»

Capítulo 30

«E a verdade, sem defesa, era a coisa mais nua do mundo.»

Capítulo 31

«Não dá pra viver uma fábula se você não tem coragem de entrar no bosque.»

Capítulo 32
Comprar

Publicado de forma independente na Itália, vendeu 20 mil cópias que passaram de leitora para leitora: sem editora, sem campanha, sem ninguém mandando ler.

Agora, em edição brasileira.

O livro Nua nas mãos, sobre lençóis cor de champanhe
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Conteúdo para público adulto · 18+
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